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Como funciona

Do primeiro dia ao documento pronto a entregar, em cinco passos.

Não é preciso mudar de hábitos nem andar a tirar capturas de ecrã: trazes o que o telemóvel já exporta, e o resto organiza-se sozinho.

A agenda da semana, com entregas, atividades e o que está por pagar
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Trazes o que já tens

Exportas as conversas do WhatsApp pelo próprio telemóvel e carrega-las aqui. O registo de chamadas e as mensagens escritas entram do mesmo modo. Nada se perde pelo caminho: as mensagens apagadas e as editadas ficam marcadas como tal.

Uma conversa importada e a lista das conversas, com a hora e com quem estava com os filhos
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Tudo fica numa linha do tempo

Conversas, chamadas, entregas, faltas, despesas e o que escreves no diário passam a partilhar a mesma linha do tempo. Procuras por data, por pessoa, por palavra.

A cronologia: mensagens, chamadas e diário na mesma linha do tempo
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O sistema nota o que não bate certo

Se as crianças estavam com um dos pais e nessa hora telefonaram ou escreveram a esse mesmo pai, isso é assinalado. Quando há explicação, escondes a ocorrência com o motivo — e a explicação fica registada.

O calendário das responsabilidades, mês a mês
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As despesas somam-se sozinhas

Importas o ficheiro do e-fatura, escolhes a categoria e a quem diz respeito. Contas com várias linhas (o telemóvel, o supermercado) dividem-se por valor, não por percentagem. Também podes enviar a fotografia de um talão e deixar que ele some.

A evolução de uma categoria de despesa, mês a mês
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Sai um documento que se entrega

No fim, exportas um ficheiro organizado por data, com os originais anexados e selados. É isso que se lê do princípio ao fim — não uma pasta de capturas de ecrã soltas.

Um relatório pronto a imprimir ou a guardar em PDF
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Quem vê o quê

Podes dar acesso ao advogado sem lhe dar acesso a tudo: limitas as conversas que vê, a partir de que data, e até a duração máxima das chamadas que lhe aparecem.

O ecrã dos utilizadores, com um advogado convidado e o acesso limitado a um número e a um intervalo de datas

Perguntas que nos fazem sempre

Isto serve como prova em tribunal?

Quem decide o que vale como prova é o tribunal. O que esta aplicação faz é guardar os originais tal como entraram, com data e uma impressão digital que permite demonstrar que não foram alterados depois, e apresentá-los de forma ordenada. Fala sempre com o teu advogado sobre como e quando juntar o que aqui reúnes.

Quem consegue ler os meus dados?

Cada família tem a sua própria base de dados e a sua própria pasta de ficheiros, separadas das restantes. Do nosso lado, só lá entramos se pedires apoio e autorizares, e essa entrada fica registada.

Preciso de saber de informática?

Não. Carregas os ficheiros que o telemóvel exporta e o resto faz-se sozinho. Se ficares preso, escreves-nos.

E se quiser sair?

Exportas tudo num ficheiro só, quando quiseres, e apagas a conta. Não guardamos cópias depois disso, salvo o que a lei obrigue a manter (faturação).

Posso usá-lo se ainda não há processo?

Podes. Muita gente começa antes, precisamente para ter o registo feito caso venha a ser preciso.

Ver por dentro

A melhor forma de perceber se serve é experimentar com os teus próprios ficheiros.